Avaliação Sexual

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Tendo sempre bem presente que o ciclo de resposta sexual apresenta sempre quatro fases:

1) Fase do Desejo Sexual (consiste em fantasias de ter alguma atividade sexual, através de imagens ou sensações corporais a respeito de ato sexual, e o desejo de realizar um ato cuja descarga seja através de genitais);

2) Fase da Excitação Sexual (sempre acompanhada de alterações do formato e da sensibilidade dos genitais) ;

3) Fase Orgástica (corresponde ao ápice do prazer sexual)

4) Fase da Resolução (ocorre após um ato sexual prazeroso, em resultado de um relaxamento muscular generalizado), a Avaliação Sexual do cliente, procura determinar se existem disfunções sexuais que necessitem de tratamento, equacionando sempre as suas origens e os respetivos fatores de manutenção.

A realização de uma apurada avaliação sexual do paciente, permite ao clínico diagnosticar transtornos que podem ser a origem de outros problemas e/ou desencadeados por estes (ex: relação entre diabetes e disfunção eréctil), concedendo especial atenção aos seguintes quadros clínicos:

– Hipoatividade Sexual: é a disfunção mais comum da fase de desejo, existindo tanto em homens quanto em mulheres. A diminuição do desejo é percebida pelo indivíduo acometido como uma falta de desejo sexual pura e simples, por diminuição da realização de atos sexuais ou pela repulsa do parceiro como indivíduo excitante. Ansiedade ou depressão crônica podem diminuir o desejo. Geralmente aparece na adolescência. Ocorre entre 15-20% das pessoas, sendo mais comum em mulheres.

– Aversão sexual: é definida como evitação completa de qualquer contato sexual genital com um parceiro. Vergonha, culpa, experiências traumáticas no passado podem causá-la.

– Drogas que alteram o desejo sexual: antidepressivos tricíclicos, inibidores seletivos da recaptação da serotonina, benzodiazepínicos, anticonvulsivantes.

– Transtorno da excitação sexual feminina: é caracterizado pela ausência parcial ou total da lubrificação do introito vaginal, pela incapacidade de manter o ato sexual até o fim ou pela ausência ou falha de excitação sexual. Geralmente não conseguem obter orgasmo. Ocorre em até 30% das mulheres. A causa geral é a educação fortemente repressora da menina, que percebe sexualidade como similar a perigo.

Dr. Renato Martins - Terapia de casal - Sexologia - Hipnose Clínica
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– Transtorno erétil masculino: pode ocorrer desde o começo da vida sexual, aparecer ao longo da vida ou ser situacional. Homens mais jovens tendem a ter menos alteração da ereção do que os mais velhos. As causas são devidas a uma condição médica que altere o fluxo sanguíneo para o pénis, uma diminuição do nível de testosterona sérica ou a causas psicológicas. Ocorre desde uma incapacidade para ter uma ereção até ereção que não se mantém durante o coito, ou uma ereção parcial, que não permite que o pênis seja introduzido na vagina.

– Drogas que causam alteração na ereção: antidepressivos tricíclicos, inibidores seletivos da recaptação da serotonina, carbonato de lítio, antipsicóticos.

– Transtorno orgástico: é mais comum em mulheres, sendo definido como a inibição recorrente do orgasmo. Manifesta-se pela ausência do orgasmo durante um ato sexual em que houve previamente uma fase de excitação satisfatória. Com o aumento da idade, aumenta a prevalência de mulheres que atingem o orgasmo. O homem pode sentir a excitação durante o ato sexual, mas não atingir o orgasmo; pode ejacular, mas não sentir prazer subjetivo ou alívio da tensão sexual concomitante.

– Drogas que causam anorgasmia: antidepressivos tricíclicos, inibidores seletivos da recaptação da serotonina, antipsicóticos.

– Ejaculação precoce: é mais comum em homens com maior nível de instrução. Caracteriza-se pela ejaculação antes do esperado (usualmente em menos de 2 minutos), sendo normalmente após uma estimulação sexual íntima. É a disfunção sexual mais comum em homens afetando cerca de 30-40% dos mesmos.

– Ejaculação retardada: disfunção mais rara mas que afeta ainda assim bastantes homens. É caracterizada pela incapacidade ou extrema dificuldade em atingir a ejaculação

– Dispareunia: é caracterizada por dor ou desconforto durante o ato sexual. Ocorre tanto em homens quanto em mulheres, podendo ser causada por procedimentos cirúrgicos ou quadros de prostatite.

– Vaginismo: é uma contração do terço inferior da vagina, que impede a penetração do pénis.

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