Psiquiatria

| Psiquiatria (Euromentalcare)

Especialidade da Medicina que lida com a prevenção, atendimento, diagnóstico, tratamento e reabilitação das diferentes formas de sofrimentos mentais, sejam elas de cunho orgânico ou funcional. São exemplos: a depressão, o transtorno bipolar, a esquizofrenia, a demência e os transtornos de ansiedade.

A meta principal desta área de intervenção clínica é o alívio do sofrimento e a retomar do bem-estar psíquico. Para isso, é necessária uma avaliação completa do paciente, com perspetivas biológica, psicológica e de ordem cultural, entre outras afins. Uma doença ou problema psíquico pode ser tratado com medicamentos ou com psicoterapia (prática de maior tradição no tratamento), que deverá ser realizada sempre por um Psicólogo especializado na área Clínica.

A avaliação psiquiátrica envolve o exame do estado mental e a história clínica. Testes psicológicos, neurológicos, neuropsicológicos e exames de imagem podem ser utilizados como auxiliares na avaliação, assim como exames físicos e laboratoriais. Os procedimentos diagnósticos são norteados a partir do campo das psicopatologias, tendo sempre em consideração critérios diagnósticos muito bem definidos e expressos na CID (Manual da Organização Mundial de Saúde) e pelo DSM ( manual da American Psychiatric Association).

Dr. Renato Martins - Terapia de casal - Sexologia - Hipnose Clínica

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Os medicamentos psiquiátricos são parte importante do arsenal terapêutico, existindo também a possibilidade de recurso a procedimentos mais raramente utilizados, muito já criticados na história do movimento psiquiátrico, como a eletroconvulsoterapia. A psicoterapia também faz parte das possibilidades terapêuticas ao dispor psiquiatra, embora também possa ser utilizada por outros profissionais de saúde mental que possuem maior especialização neste domínio: Psicólogos e Psicanalistas.

Finalmente, é importante deixarmos a alerta, que apesar da sua grande utilidade na eliminação de sintomas psicológicos severos (ansiedade exacerbada, depressão profunda, psicoses, manias, compulsões, etc.) a psicofarmacologia não deve ser encarada como um fim em si mesma, porque não possui a capacidade de eliminar definitivamente o problema psicológico que está na origem do problema nuclear, podendo até contribuir para a sua exacerbação.

Não sendo por isso de estranhar que seja consensualmente aceite pela comunidade cientifica que a psicofarmacologia, só será realmente benéfica no tratamento das Psicopatologias, quando associada a boas práticas psicoterapêuticas que permitam a expressão das queixas e necessidades do paciente.

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